O desafio da adoração verdadeira
Ter um encontro com Deus é ter consciência de que a presença de Deus em nossa vida faz toda a diferença e nos leva a sermos adoradores verdadeiros. Ser adorador verdadeiro é estar disponível para Deus atuar em todos os aspectos de nossa vida. Hoje, muitas pessoas têm confundido momentos de cânticos de louvor e adoração como sendo a Adoração. É preciso desmistificar isto. É necessário que haja uma compreensão do verdadeiro sentido da adoração.
Isaías tem um encontro com Deus no templo e vê sua vida totalmente mudada (Is 6.1-9). Encontramos neste texto sete ações, atitudes fundamentais de um verdadeiro adorador: Louvor, Reconhecimento, Confissão, Purificação, Proclamação, Dedicação e Ação. Talvez nenhum outro aspecto esteja sendo mais negligenciado pelos cristãos nos dias atuais do que a adoração. Parece-me que uma série de outros valores tem tomado o lugar da verdadeira adoração. Existe maior preocupação com a forma do que com sentido da adoração. Enquanto os cristãos não se colocam diante de Deus com o ensino de adoração apresentado por Jesus Cristo, cresce a adoração ao paganismo, arrastando milhares de vidas à perdição. Daí a importância de a Igreja de Jesus Cristo buscar, acima de tudo, vivenciar a verdadeira adoração, o culto verdadeiro.
Para a perfeita compreensão e prática da adoração verdadeira, faz-se necessária reflexão e tomada de posição de cada cristão, pois negligenciar a adoração é negar o evangelho, e tentar transferir o cerne do cristianismo para a periferia é descaracterizar o Evangelho de Jesus Cristo. Atitude tão indigna quanto a de Judas Iscariotes de trair o Mestre por 30 moedas de prata.
A adoração verdadeira produz no cristão atitudes e expressões como as de Paulo de Tarso depois de ver em ruínas o seu mosaismo farisaico. O cristão pode, tranqüilamente, afirmar: “Já não vivo eu – Cristo vive em mim... A minha vida é Cristo, e morrer me é lucro... Em face do inexcedível conhecimento do meu Senhor Jesus Cristo, considero como lixo todas as grandezas do mundo”.
Assim como o apóstolo Paulo, cada cristão hoje deve buscar vivenciar a adoração em espírito e em verdade. A verdadeira adoração implica o reconhecimento de Deus como Senhor da vida do cristão. Implica a aceitação indiscutível deste senhorio, em buscar fazer acima de tudo a vontade de Deus. Como o próprio Jesus Cristo declarou: “Importa fazer a vontade daquele que me enviou”.
O reconhecimento do senhorio de Deus pelo cristão é uma demonstração plena de confiança e de fé. A preocupação inicial da mulher de Sicar (Jo 4.1-22) foi sobre em que local deveria ser prestada a adoração. O importante não é o local, mas a razão da adoração – Deus. Ele deve ser adorado e somente Ele. Quando Deus é adorado há mudança imediata de atitude, há reconhecimento, confissão, consagração e dedicação como aconteceu com Isaías. A adoração nasce no interior do cristão, ela não é só demonstração exterior, mas reflexo do sentimento mais profundo, da confiança, da esperança, da fé. De forma autêntica e genuína. Não sofre influências externas, mas produz transformações, influencia vidas, levando outros a se tornarem também adoradores verdadeiros.
Adorar em espírito não é abandonar o sagrado, o local consagrado e dedicado ao Senhor, é, antes de tudo, fazer valer a dedicação ao Senhor.
Pr. Sócrates Oliveira de Souza
Diretor Executivo da CBB
Isaías tem um encontro com Deus no templo e vê sua vida totalmente mudada (Is 6.1-9). Encontramos neste texto sete ações, atitudes fundamentais de um verdadeiro adorador: Louvor, Reconhecimento, Confissão, Purificação, Proclamação, Dedicação e Ação. Talvez nenhum outro aspecto esteja sendo mais negligenciado pelos cristãos nos dias atuais do que a adoração. Parece-me que uma série de outros valores tem tomado o lugar da verdadeira adoração. Existe maior preocupação com a forma do que com sentido da adoração. Enquanto os cristãos não se colocam diante de Deus com o ensino de adoração apresentado por Jesus Cristo, cresce a adoração ao paganismo, arrastando milhares de vidas à perdição. Daí a importância de a Igreja de Jesus Cristo buscar, acima de tudo, vivenciar a verdadeira adoração, o culto verdadeiro.
Para a perfeita compreensão e prática da adoração verdadeira, faz-se necessária reflexão e tomada de posição de cada cristão, pois negligenciar a adoração é negar o evangelho, e tentar transferir o cerne do cristianismo para a periferia é descaracterizar o Evangelho de Jesus Cristo. Atitude tão indigna quanto a de Judas Iscariotes de trair o Mestre por 30 moedas de prata.
A adoração verdadeira produz no cristão atitudes e expressões como as de Paulo de Tarso depois de ver em ruínas o seu mosaismo farisaico. O cristão pode, tranqüilamente, afirmar: “Já não vivo eu – Cristo vive em mim... A minha vida é Cristo, e morrer me é lucro... Em face do inexcedível conhecimento do meu Senhor Jesus Cristo, considero como lixo todas as grandezas do mundo”.
Assim como o apóstolo Paulo, cada cristão hoje deve buscar vivenciar a adoração em espírito e em verdade. A verdadeira adoração implica o reconhecimento de Deus como Senhor da vida do cristão. Implica a aceitação indiscutível deste senhorio, em buscar fazer acima de tudo a vontade de Deus. Como o próprio Jesus Cristo declarou: “Importa fazer a vontade daquele que me enviou”.
O reconhecimento do senhorio de Deus pelo cristão é uma demonstração plena de confiança e de fé. A preocupação inicial da mulher de Sicar (Jo 4.1-22) foi sobre em que local deveria ser prestada a adoração. O importante não é o local, mas a razão da adoração – Deus. Ele deve ser adorado e somente Ele. Quando Deus é adorado há mudança imediata de atitude, há reconhecimento, confissão, consagração e dedicação como aconteceu com Isaías. A adoração nasce no interior do cristão, ela não é só demonstração exterior, mas reflexo do sentimento mais profundo, da confiança, da esperança, da fé. De forma autêntica e genuína. Não sofre influências externas, mas produz transformações, influencia vidas, levando outros a se tornarem também adoradores verdadeiros.
Adorar em espírito não é abandonar o sagrado, o local consagrado e dedicado ao Senhor, é, antes de tudo, fazer valer a dedicação ao Senhor.
Pr. Sócrates Oliveira de Souza
Diretor Executivo da CBB
Fonte: O Jornal Batista - Domingo, 13/03/05, pg.03